domingo, 29 de maio de 2011
E se eu te dissesse que tudo o que eu escrevo é sobre você?
E se eu te dissesse que tudo o que eu escrevo é sobre você?
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Amando e disfarçando...
Por mim tudo bem, se está sendo assim, que continue, depende de você! Eu meio que disfarço, e como disfarço! Disfarço bem, mas com o coração apertado, querendo sair gritando, dizendo que gosto de você. Muito.
Mais uma vez eu digo que está tudo bem, se quiser assim, eu entendo, esperando você...amando você em silêncio...
Mais uma vez eu digo que está tudo bem, se quiser assim, eu entendo, esperando você...amando você em silêncio...
sábado, 21 de maio de 2011
Preciso Poder (Jay Vaquer)
Essa música é muito eu:
Preciso poder contar com você
ter outras eternidades ao seu lado
e me divertir com os caprichos da nossa vontade
Preciso poder explodir nosso big bang
sempre que for necessário um novo começo
ou até mesmo pelo prazer da novidade
Poder te olhar e já entender
sem ser preciso desdizer
nem dizer toda verdade
Poder errar e não me esconder
não ter que ter nenhum poder
e poder não ter
será querer demais ?
será pedir demais ?
será poder demais ?
Preciso poder gritar com você
e preservar o respeito em potes transparentes
etiquetados com o prazo de validade
Preciso poder me satisfazer
por estar por perto, mesmo afastado
e confiar, na certeza da cumplicidade
Preciso poder ser impreciso
Preciso poder contar com você
ter outras eternidades ao seu lado
e me divertir com os caprichos da nossa vontade
Preciso poder explodir nosso big bang
sempre que for necessário um novo começo
ou até mesmo pelo prazer da novidade
Poder te olhar e já entender
sem ser preciso desdizer
nem dizer toda verdade
Poder errar e não me esconder
não ter que ter nenhum poder
e poder não ter
será querer demais ?
será pedir demais ?
será poder demais ?
Preciso poder gritar com você
e preservar o respeito em potes transparentes
etiquetados com o prazo de validade
Preciso poder me satisfazer
por estar por perto, mesmo afastado
e confiar, na certeza da cumplicidade
Preciso poder ser impreciso
quinta-feira, 19 de maio de 2011
My feelings...
Eu quero o teu sorriso nos meus olhos
e a cor do meu desejo no teu rosto.
Eu não escolhi gostar de você,mas isso tudo me faz tão bem...
A forma como seu sorriso faz com que eu desmorone por dentro,
a maneira como sua simples presença torna todo meu dia melhor...
É...vai além de um simples sentimento de amizade ou necessidade.
Mesmo sem conseguir te explicar tudo o que estou sentindo, talvez você compreenda se parar e olhar nos meus olhos em silêncio...e que o silêncio se encarregue das ações seguintes...
E que então comece o filme =]
e a cor do meu desejo no teu rosto.
Eu não escolhi gostar de você,mas isso tudo me faz tão bem...
A forma como seu sorriso faz com que eu desmorone por dentro,
a maneira como sua simples presença torna todo meu dia melhor...
É...vai além de um simples sentimento de amizade ou necessidade.
Mesmo sem conseguir te explicar tudo o que estou sentindo, talvez você compreenda se parar e olhar nos meus olhos em silêncio...e que o silêncio se encarregue das ações seguintes...
E que então comece o filme =]
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Se for pra iludir, Fique Longe
Eu não quero mais me iludir, isso dói muito.
Se for pra brincar com os meus sentimentos, fique longe de mim.
Eu prefiro, sonhar com você de longe, do que chorar porque um dia você esteve perto...
Se for pra brincar com os meus sentimentos, fique longe de mim.
Eu prefiro, sonhar com você de longe, do que chorar porque um dia você esteve perto...
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Esquecer?
Vai ser fácil esquecer você,
basta não olhar o céu,não lembrar do mar.
Vai ser fácil esquecer você, basta esconder a simpatia, abandonar a ilusão,
mascarar a alegria,viver na solidão.
Vai ser fácil esquecer você, basta não
lembrar o seu sorriso, seu corpo molhado,
seu meigo olhar.
Vai ser fácil esquecer você, basta de nada olhar... de nada lembrar,não viver...nem amar...esquecer sua importância na minha existência.
Vai ser fácil esquecer você,basta eu mesmo
Esquecer de mim!
Por Nayara Sotille
basta não olhar o céu,não lembrar do mar.
Vai ser fácil esquecer você, basta esconder a simpatia, abandonar a ilusão,
mascarar a alegria,viver na solidão.
Vai ser fácil esquecer você, basta não
lembrar o seu sorriso, seu corpo molhado,
seu meigo olhar.
Vai ser fácil esquecer você, basta de nada olhar... de nada lembrar,não viver...nem amar...esquecer sua importância na minha existência.
Vai ser fácil esquecer você,basta eu mesmo
Esquecer de mim!
Por Nayara Sotille
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Pedaços de mim no chão
No espaço onde eu habitava não me encontro mais.
no mesmo lugar está um velho par de sapatos;
roupas num canto, outras na parede penduradas.
na solidão conversam entre si em diálogos silenciosos;
perguntam por mim.
Mas não estou.
há tempos não me vêm, há tempos não saem;
há tempos não me vestem; há tempos não me calçam os pés.
E não sabem onde estou.
É que sou feito do mesmo tecido que são feito os sonhos,
e como não mais tenho sonhos, tampouco tenho vida;
tampouco existo.
mas o que ainda há, são vestígios de mim.
Entre a poeira e o mofo,
o silêncio e a solidão,
pedaços de mim no chão.
no mesmo lugar está um velho par de sapatos;
roupas num canto, outras na parede penduradas.
na solidão conversam entre si em diálogos silenciosos;
perguntam por mim.
Mas não estou.
há tempos não me vêm, há tempos não saem;
há tempos não me vestem; há tempos não me calçam os pés.
E não sabem onde estou.
É que sou feito do mesmo tecido que são feito os sonhos,
e como não mais tenho sonhos, tampouco tenho vida;
tampouco existo.
mas o que ainda há, são vestígios de mim.
Entre a poeira e o mofo,
o silêncio e a solidão,
pedaços de mim no chão.
Poesia do silêncio
Nestas horas mortas que a noite cria, entre um e outro verso do pavoroso poema, que sob a pálida luz de uma vela eu lia, me chegavam antigas lembranças de um dilema.
Quanto amargo e dissabor o silêncio produz! Entre as sombras vacilantes da noite, chegam em formas indefinidas, que sobre minha cabeça pairam, aves e outras criaturas aladas que de infernal recônditos alçam vôo até minha mente, a perturbar minh’alma.
Essas formas indefinidas das sombras criadas pelo medo, ocupando o vazio do meu ser, preenchendo o que antes era de sentimentos sublimes e, agora, somente o sentimento de dor. O que antes era alegria, agora é tão somente o dissabor.
Que pena paga um condenado pelos sentimentos! Oh, agonia incessante. Que martírios mais terei que suportar? Como um medo tão latente do desconhecido, pode tanto me apavorar? Será do vazio de minha alma que sinto medo? Ou do esquecimento do meu ser, por outro já amado?
Não é do fim da vida que treme minha alma, mas do fim do sentir-se bem eterno. Não mais existir não é tão doloroso quanto o existir sem ser notado, ou amar sem ser amado, ou perder o que jamais será recuperado.
Quanto amargo e dissabor o silêncio produz! Entre as sombras vacilantes da noite, chegam em formas indefinidas, que sobre minha cabeça pairam, aves e outras criaturas aladas que de infernal recônditos alçam vôo até minha mente, a perturbar minh’alma.
Essas formas indefinidas das sombras criadas pelo medo, ocupando o vazio do meu ser, preenchendo o que antes era de sentimentos sublimes e, agora, somente o sentimento de dor. O que antes era alegria, agora é tão somente o dissabor.
Que pena paga um condenado pelos sentimentos! Oh, agonia incessante. Que martírios mais terei que suportar? Como um medo tão latente do desconhecido, pode tanto me apavorar? Será do vazio de minha alma que sinto medo? Ou do esquecimento do meu ser, por outro já amado?
Não é do fim da vida que treme minha alma, mas do fim do sentir-se bem eterno. Não mais existir não é tão doloroso quanto o existir sem ser notado, ou amar sem ser amado, ou perder o que jamais será recuperado.
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